Festa do Divino Espírito Santo passa a fazer parte do calendário oficial de Atibaia

A festa é realizada anualmente na Capela do Divino Espírito Santo e Frei Galvão, no bairro Boa Vista, no período de Pentecoste. O vereador Zé Machado é o autor da iniciativa

A Câmara aprovou na sessão desta terça-feira (30 de junho) o Projeto de Lei nº 033/2026, de autoria do vereador José Carlos Machado, que dispõe sobre a inserção da Festa do Divino Espírito Santo no calendário oficial do município.

A festa é realizada anualmente na Capela do Divino Espírito Santo e Frei Galvão, no bairro Boa Vista, no período de Pentecostes, geralmente entre o final do mês de maio e o início de junho, em celebração à passagem bíblica da descida do Espírito Santo sobre os apóstolos. Durante o período, são desenvolvidas atividades comunitárias, encontros de oração, cantorias tradicionais, visitas às residências das famílias, além de momentos de diversão e lazer para a comunidade.

“A Festa do Divino Espírito Santo é uma manifestação religiosa e cultural que há mais de 30 anos faz parte da história e da fé da comunidade do bairro Boa Vista e está diretamente ligada à construção da Capela Divino Espírito Santo, erguida com muito esforço, união e dedicação por moradores da comunidade, muitos dos quais já não estão mais entre nós, mas deixaram um legado de fé que permanece vivo até os dias atuais. Posteriormente, com a chegada do Padre Epifânio, a tradição ganhou ainda mais força com a criação da Folia do Divino Espírito Santo, fortalecendo a vivência comunitária e a expressão da religiosidade popular”, relatou Zé Machado.

A festividade é marcada pela realização da novena no período de Pentecostes e, ao longo dos anos, consolidou-se como um evento tradicional, reunindo diversas gerações em um ambiente de devoção, cultura e convivência social. As celebrações envolvem não apenas os momentos religiosos, mas também outras atividades, como a organização de barracas, estrutura de apoio e apresentações, que fortalecem a economia local e promovem a integração entre os participantes.

“Trata-se, portanto, de uma manifestação de grande relevância cultural, religiosa e social, que preserva tradições, fortalece vínculos comunitários e mantém viva a história da comunidade”, concluiu o vereador.