Geração de empregos cresce 3,6% no período de 12 meses em Atibaia
Cidade tem apresentado aumento constante em oportunidades de trabalho, ficando à frente de outros municípios da região.
O Atibaiense – Da redação
Atibaia registrou um saldo positivo de 291 vagas de emprego no mês de março, somando, em 12 meses (março de 2025 a março de 2026), 1.873 vagas. Já é a cidade da região com maior número de pessoas com empregos formais, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Os dados atualizados trazem as informações de março de 2026. Atibaia teve 2.981 admissões e 2.690 demissões no período, resultando em um saldo positivo de 291 vagas. Se analisado o período de 12 meses, foram 1.873 vagas desde março de 2025.
Com o resultado positivo, o chamado estoque de empregos (total de empregos formais) passou de 51.797 em março do ano passado para 53.670 em março deste ano. Na comparação com Bragança Paulista, única cidade de mesmo porte na região Bragantina, Atibaia está na frente. Em março, a cidade vizinha teve saldo negativo de 132 vagas, ou seja, mais demissões que contratações. Atibaia está à frente também com relação ao total de empregos formais. Em Bragança, são 52.256 e em Atibaia são 1.414 a mais.
SERVIÇOS LIDERA
O setor de serviços continua sendo o que mais gera empregos na cidade. Do saldo de 291 vagas, foram 124 em serviços, 97 em comércio, 58 em construção civil, 10 em agropecuária e 2 em indústria.
O total de pessoas empregadas na cidade também tem serviços em primeiro lugar, com 23.932 empregos formais, seguido de indústria com 12.968, comércio com 11.612, construção com 3.548 e agropecuária com 1.610.
JOVENS
O Caged de março mostrou que os jovens são os que mais conseguiram empregos no mês, totalizando 174 entre 18 e 24 anos, 75 de 25 a 29 anos e 67 com até 17 anos. Os que têm ensino médio completo correspondem a 149 e ensino médio incompleto a 86 pessoas, dos 291 do saldo. As mulheres também são maioria, ocupando 175, enquanto os homens ocuparam 116.
TENDÊNCIA
A cidade seguiu a tendência de crescimento do país, que criou 228 mil vagas de emprego com carteira assinada no mês de março. No total, foram registradas mais de 2,5 milhões de admissões, contra cerca de 2,3 milhões de desligamentos.
O maior crescimento do emprego formal no Brasil ocorreu no setor de serviços, portanto, 152.391, um crescimento de 0,6%. Construção civil, 38.316; indústria, 28.336; comércio, 27.267. Somente a agropecuária teve um saldo negativo, de 18.096.
No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o país já soma mais de 613 mil empregos formais criados.
O levantamento também aponta que a geração de empregos foi maior entre os jovens de 18 a 24 anos, que concentraram mais de 70% das novas vagas. As mulheres tiveram desempenho superior no saldo de contratações. Foram mais de 132 mil vagas ocupadas por mulheres e cerca de 96 mil por homens.
Na distribuição regional, 24 unidades da federação registraram crescimento no emprego formal. Os maiores saldos foram observados em São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Já Alagoas, Mato Grosso e Sergipe apresentaram mais demissões do que contratações no período.




