Oficinas sobre transporte coletivo em Atibaia têm alteração de data e local para próximos encontros
As oficinas participativas sobre o transporte coletivo em Atibaia tiveram alteração nas datas e locais dos próximos encontros, que agora serão realizados no último fim de semana de março, com nova programação organizada por regiões do município.
Anteriormente, estavam marcados para os dias 21 e 28 de março, e foram mudados para os dias 28 e 29 (confira, abaixo, a programação).
Na manhã do último sábado (14), moradores de Atibaia participaram da primeira oficina sobre o transporte coletivo da cidade. O encontro foi realizado no CIEM II e teve como foco moradores da região formada pelos bairros Caetetuba, Cerejeiras e Imperial, reunindo também participantes do Jardim Alvinópolis e Maracanã.
Durante a atividade, os munícipes puderam relatar experiências do dia a dia, apontar dificuldades e sugerir melhorias para o transporte público. A iniciativa faz parte do diagnóstico que irá orientar a reestruturação do sistema da cidade.
As contribuições da população ajudam a identificar como as pessoas se deslocam pelo município, quais são os principais problemas nas linhas e quais mudanças devem ser tratadas como prioridade.
Programação
As próximas etapas acontecem nas regiões do Alvinópolis e do Portão. A participação da população é aberta e não é necessário realizar inscrição prévia. A orientação é que os moradores participem do encontro mais próximo de sua região, facilitando o diálogo sobre as necessidades locais.
As próximas oficinas tiveram alteração de data e local e serão realizadas no último final de semana de março. Confira a programação atualizada:
Região 3 – Portão e região
28 de março – das 9h às 12h
Escola Nelson José Pedroso — Rua Antônio Cunha Leite, nº 1.835
Região 2 – Alvinópolis e imediações
29 de março – das 9h às 12h
Auditório da Praça Alvise Abramo, popularmente conhecida como Praça da AMADA – Alvinópolis
Dinâmica para ouvir quem usa o transporte coletivo
A oficina é organizada em quatro etapas para facilitar a contribuição dos moradores e a coleta de dados. Primeiro, os participantes apresentam seu perfil de deslocamento, indicando para onde costumam ir no dia a dia — como trabalho, escola, serviços ou comércio — e quais meios de transporte utilizam para cada atividade.
Em seguida, os moradores interagem com os mediadores sobre o mapa da cidade, marcando pontos de origem e destino, além de indicar locais onde o ônibus não chega e trajetos considerados longos ou demorados.
Na sequência, os participantes avaliam diferentes aspectos do serviço atual, como conforto, segurança, preço da tarifa, horário das linhas, condições dos pontos de ônibus e formas de recarga do cartão. O objetivo é identificar tanto os pontos positivos quanto os aspectos que precisam de melhoria.
A última etapa é dedicada à definição de prioridades, separando propostas que podem ser adotadas no curto prazo de mudanças estruturais que exigem planejamento de médio prazo.


