Eficácia na segurança inibe a entrada de ilícitos em unidades prisionais da região central

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Equipamentos de revista têm coibido a inserção de entorpecentes e celulares.

 

 

A política da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) de não tolerar a entrada de objetos ilegais, sejam eles celulares ou entorpecentes, tem se apresentado eficaz em números. Em 2019, até o mês de novembro, foi registrada a apreensão de 2.248 ilícitos com visitantes, correspondências e na área externa de unidades prisionais pertencentes à Coordenadoria das Unidades Prisionais da Região Central (CRC).  O êxito do funcionamento dos aparelhos de revista e vigilância, aliado ao profissionalismo dos servidores da SAP, tem inibido as tentativas de entrada com materiais e objetos proibidos nas unidades prisionais e, em comparação com o mesmo período de 2018, o número de apreensões diminuiu em aproximadamente 29%. Dentre os equipamentos utilizados para a revista de visitantes e correspondências estão os de raios-x e os escâneres corporais, presentes em todas as unidades prisionais do Estado. A partir da instalação dos escâneres corporais, em 2017, foi possível realizar as revistas em visitantes por meio das imagens geradas pelos equipamentos, identificando possíveis ilícitos como drogas e celulares de maneira rápida e eficiente. Toda essa tecnologia vem ajudando a coibir a entrada de equipamentos e drogas, atreladas à vigilância constante dos Agentes de Segurança Penitenciária (ASPs) e dos Agentes de Escolta de Vigilância Penitenciária (AEVPs). Os visitantes flagrados tentando adentrar com objetos ilegais em unidades prisionais estão sujeitas à suspensão do direito de visitação, independente das medidas penais cabíveis.

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