A prática da afirmação que assegura a paz entre os seres humanos
Luiz Gonzaga Neto
Meu amigo Miguel, do ashram (espaço de práticas espirituais) de Nazaré Paulista, postou em sua rede social: “Eu sou o que o Criador é, logo: eu sou o entendimento e a compreensão entre todos os seres e em todas as partes”. Segundo ele, esta afirmação assegura a paz entre os homens. “Se existirem dez por cento em cada nação, que repitam esta afirmação, terminariam para sempre as guerras. É exatamente o que diz o filme ‘Quem somos nós’ e com experiência comprovada. Cada aspirante, leitor destas linhas, deve converter-se em líder de seu ambiente; formar a determinação de eliminar e limpar seu mundo de toda a peleja e desgosto entre todos os seres que se põem em contato com ele”.
Os litigiosos, que precisam do veneno da “guerra” diária, vão perguntar: como ser tão zen neste mundo? O que você toma para ser tão calmo? Não sou, mas quero ser e a intencionalidade vale ouro. A resposta é a mesma do primeiro parágrafo: devemos ser a paz que precisamos ter em nossos corações e mentes, contagiando o mundo com a alegria de viver, a gratidão a Deus e à Vida, o perdão e a compaixão. É muito difícil? Devemos exercitar esses princípios diariamente, acolhendo os aspectos negativos de nossa personalidade individual e coletiva e transformando-os em combustível para a elevação da Terra à Consciência Cósmica.
O objetivo é alto mesmo, mas necessário. Os descrentes, os pessimistas, as vítimas e os algozes da polarização política e da desigualdade social, que me desculpem! Para dar um passo nesse caminho, vamos ter de nos abraçar à fé, às palavras dos líderes humanitários, ao apoio à diplomacia internacional, à cooperação entre as classes sociais e os povos na reforma interna da sociedade mundial, às organizações sociais, religiosas e comunitárias sérias, às causas que nos encaminhem para a redenção da humanidade. Não estou falando de capitalismo nem de comunismo, caro leitor ou leitora. Estou falando do futuro possível para todos nós!

