A experiência divertida como programador cultural

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Nos últimos cinco anos, desde 2014, venho experimentando um campo novo de trabalho e diversão. Como assessor de imprensa da Câmara de Atibaia, tenho organizado exposições de arte e eventos, como palestras e reuniões, enveredando pelo que chamo de “direção de cena”. Em outras palavras, o poder público viabiliza espaço e voz para os talentos locais e regionais. Junto, assim, profissão e cidadania, além do gosto de estar no mundo cultural.
Não é pose ou frescura; é necessidade, pessoal. Reconheço que a atuação como curador e programador cultural exige formação e informação contínuas. Procuro preencher essa necessidade com a prática e com o interesse espontâneo que cultivo sobre a cultura e as artes, desde pelo menos o curso universitário na ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo), nos anos 70 do século passado.
Não façam muitas contas, mas entrei na faculdade em 1973, em plena ditadura, e saí de lá quatro anos e meio depois. Aprendi bastante sobre artes, cinema, literatura e jornalismo. E, na verdade, continuei aprendendo até hoje. Só não aprende quem já morreu – concordam? Uma das melhores conversas que tive naquele período de bancos escolares foi com o famoso crítico de teatro Sábato Magaldi. Chique, hein!?
Mesmo em nível geograficamente restrito, busco movimentar a comunidade com essa iniciativa de promoção de talentos, sempre com a ajuda da Câmara e do meu querido jornal O Atibaiense, dos amigos Wagner e Carlos Alberto. Tem gente que até me identifica como o “Luizinho do Atibaiense”. O melhor é que essa ocupação de programador cultural tem vida própria, porque as parcerias e as redes de contatos vão crescendo naturalmente. Sobre a aventura, estou aberto às sugestões! Hoje e sempre. Valeu, amigos!

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