Merenda Escolar: Polícia Federal faz operação em Atibaia e mais 26 cidades do Estado

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Polícia Federal deflagrou ontem dia 26 uma operação para coletar dados que complementem as informações obtidas em colaboração premiada feita por dois investigados pela Polícia Federal e Ministério Público Federal, que foram alvo da primeira fase da mesma investigação, em maio de 2018.
A Operação Cadeia Alimentar 2 cumpre 57 mandados de busca e apreensão e 27 mandados de prisão temporária em 27 cidades do estado de São Paulo.
A investigação apura irregularidades em procedimentos licitatórios e desvio de verbas relacionados à compra de merenda escolar em pelo menos 50 municípios do estado de São Paulo. Entre os alvos da operação estão empresários, lobistas, servidores e ex-servidores públicos, uma vereadora, ex-prefeitos, secretários e ex-secretários de governo.
Segundo informações divulgadas pelo MPF, as irregularidades investigadas abrangem contratos para fornecimento de alimentação escolar nas cidades de Americana, Barretos, Barueri, Cubatão, Franca, Guarujá, Guarulhos, Iperó, Itapetininga, Jandira, Jarinu, Limeira, Marília, Morro Agudo, Paulínia, Peruíbe, Pirassununga, Porangaba, Rio Claro, São Carlos, São Roque, São Vicente e Sorocaba.
Os mandados de buscas estão endereçados a residências, empresas, três prefeituras e uma Câmara dos Vereadores.
Os mandados de prisão e de busca e apreensão incluem endereços residenciais, de órgãos públicos e de escritórios empresariais. Os agentes cumprem as medidas nos municípios de Americana, Atibaia, Campinas, Franca, Garça, Matão, Orlândia, Paulínia, Rio Claro, São Carlos, São Joaquim da Barra, São José do Rio Preto, São Roque, Sorocaba, Sumaré, Taquaritinga e Votorantim, no interior; Cotia, Itapevi, Jandira e Osasco, na região metropolitana de São Paulo; Guarujá, Cubatão, Praia Grande, Santos e São Vicente, na Baixada Santista.
Os investigados vão responder pelos crimes de organização criminosa, fraude a licitações, falsidade ideológica, corrupção ativa, prevaricação e corrupção passiva. As penas, somadas, podem chegar a 28 anos de prisão. – Com informações da Agência Brasil Notícias e UOL.

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