Atibaia tem 13 casos notificados de gripe Influenza; campanha vai até dia 31

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Dengue: desde o começo do ano, 300 casos de Dengue foram notificados em Atibaia, sendo 101 confirmados, 62 descartados e 137 ainda estão sendo investigados.

Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde, desde janeiro deste ano, foram notificados 13 casos de gripe Influenza, sendo 8 em Atibaia, com 3 descartados e 5 em investigação. Em Mairiporã, também foram descartados 3 casos e 1 está em investigação, e Bom Jesus dos Perdões foi descartado o único caso notificado.
Até o momento, os idosos foram os mais conscientes quanto à prevenção da gripe, a cobertura chegou até 97,88%, quase a totalidade.
Pais ou responsáveis de crianças maiores de 6 meses e menores de 6 anos tem até o dia 31 de maio para levar os pequenos para receber a dose da vacina, já que 25% delas ainda não receberam a dose. O mesmo vale para as gestantes, num total de 73,61% que já se vacinaram

DENGUE
Desde o começo do ano, 300 casos de Dengue foram notificados em Atibaia, sendo 101 confirmados, 62 descartados e 137 ainda estão sendo investigados. A Secretaria Municipal de Saúde ainda está realizando visitas nos bairros para orientar sobre a proliferação do mosquito da Dengue.

NO ESTADO
Cerca de 16,8 milhões de pessoas ainda não se vacinaram e precisam procurar a unidade de saúde mais próxima para se protegerem contra os tipos graves do vírus da influenza (A H1N1; A H3N2 e influenza B). A Campanha Nacional de Vacinação contra a influenza, que teve início no dia 10 de abril, continua somente nesta semana.
A meta do Ministério da Saúde é vacinar 90% do público-alvo, composto por 59,4 milhões de pessoas. Até esta segunda-feira (27), 42,5 milhões de pessoas haviam sido vacinadas contra a gripe. O número corresponde a 71,6% do público-alvo. “A vacina está disponível de graça nas unidades de saúde de todo o país. Para diminuir a circulação do vírus no país é preciso que todas as pessoas que fazem parte do público prioritário da campanha se vacinem. A vacina é a forma mais eficaz de evitar a doença”, afirmou o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.
Entre a população prioritária, os funcionários do sistema prisional registraram a maior cobertura vacinal, com 101,6 mil doses aplicadas, o que representa 89,7% deste público, seguido pelas puérperas (88,6%), indígenas (82,0%), idosos (80,6%) e professores (78,1%). Os grupos que menos se vacinaram foram os profissionais das forças de segurança e salvamento (30%), população privada de liberdade (47,2%), pessoas com comorbidades (63,4%), trabalhadores de saúde (69,9%), gestantes (68,8%) e crianças (67,6%).
Os estados com maior cobertura até o momento são: Amazonas (93,6%), Amapá (85,5%), Espírito Santo (75,3%), Alagoas (73,4%), Rondônia (72,6%) e Pernambuco (72,2%). Já os estados com menor cobertura são: Rio de Janeiro (45,8%) Acre (49,7%), São Paulo (57,0%), Roraima (57,4%) e Pará (59,2%). Em todo o país, a campanha permanece com uma estrutura formada por cerca de 41,8 mil postos de vacinação e com a participação de aproximadamente 196,5 mil pessoas.
Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis, que inclui pessoas com deficiências específicas, devem apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do SUS deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.
A escolha do público prioritário no Brasil segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.
A vacina produzida para 2019 teve mudança em duas das três cepas que compõem a vacina, e protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da OMS: A/Michigan/45/2015 (H1N1) pdm09; A/Switzerland/8060/2017 (H3N2); B/Colorado/06/2017 (linhagem B/Victoria/2/87). A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença.

 

 

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